Consultadoria
Como trabalhamos e aconselhamos? Quais os nossos princípios?
Estudamos, desenhamos, construimos e implementamos soluções globais, enquadrando:
O velho paradigma de sistemas passo-a-passo, muito ao estilo das cadeias de fabrico industrial em que cada processo tem o seu lugar estaticamente definido, sabendo-se exactamente qual o processo anterior e qual o seguinte, está a cair em desuso.
Os negócios são cada vez mais complexos : a logística, os processos de aprovisionamento, as condicionantes financeiras, os serviços externos incorporados estão cada vez mais independentes desde o início ao fim dos respectivos ciclos, influenciando-se mutuamente. As decisões têm que ser cada vez mais "inteligentes", o que implica serem informadas cada vez mais e melhor.
A informação já não é só interdependente intra-empresa, mas também inter-empresas.
Com a dispersão de clientes, fornecedores, transportadores e, muitas vezes próprios departamentos da empresa, a essência do sucesso está numa efectiva partilha de informação.Esta deve circular sem "emperros", com um consistente elevado grau de prontidão.
A informação deve estar acessível onde é precisa em tempo real, seja respeitante a encomendas, entregas, stocks, tesouraria, aprovisionamentos, custos, etc., etc.
Além de estar cada vez mais integrada, a informação é cada vez mais heterogénea e circula por infraestruturas cada vez mais diversificadas.
O advento da internet pôs ao dispor de todos novas possibilidades de comunicação e de realização de transacções.
Estando interdependente, cada "comunicador" deve ter a sua própria configuração, isto é: a informação que se envia e a que se recebe, as ferramentas e os meios que se utilizam, a forma como se comunica com os outros dentro e fora da empresa, dependem de indivíduo para indivíduo. A configuração deve ser adequada (informação a menos debilita; informação a mais atrapalha e ocupa tempo desnecessariamente) e flexível, adaptando-se fácil e rapidamente às novas condições a que se está sujeito.
- os objectivos estratégicos das organizações, orientadores e/ou balisadores das acções a implementar;
- os recursos disponíveis, o know-how e a história das organizações, à luz daqueles objectivos;
- os diferentes níveis de tratamento da informação;
- as diferentes fontes de dados e as diferentes ferramentas informáticas existentes e/ou a implementar;
- os diferentes recursos humanos e as necessidades de formação; - os passos a dar e o seu encadeamento;
- a avaliação dos sistemas.
O velho paradigma de sistemas passo-a-passo, muito ao estilo das cadeias de fabrico industrial em que cada processo tem o seu lugar estaticamente definido, sabendo-se exactamente qual o processo anterior e qual o seguinte, está a cair em desuso.
Os negócios são cada vez mais complexos : a logística, os processos de aprovisionamento, as condicionantes financeiras, os serviços externos incorporados estão cada vez mais independentes desde o início ao fim dos respectivos ciclos, influenciando-se mutuamente. As decisões têm que ser cada vez mais "inteligentes", o que implica serem informadas cada vez mais e melhor.
A informação já não é só interdependente intra-empresa, mas também inter-empresas.
Com a dispersão de clientes, fornecedores, transportadores e, muitas vezes próprios departamentos da empresa, a essência do sucesso está numa efectiva partilha de informação.Esta deve circular sem "emperros", com um consistente elevado grau de prontidão.
A informação deve estar acessível onde é precisa em tempo real, seja respeitante a encomendas, entregas, stocks, tesouraria, aprovisionamentos, custos, etc., etc.
Além de estar cada vez mais integrada, a informação é cada vez mais heterogénea e circula por infraestruturas cada vez mais diversificadas.
O advento da internet pôs ao dispor de todos novas possibilidades de comunicação e de realização de transacções.
Estando interdependente, cada "comunicador" deve ter a sua própria configuração, isto é: a informação que se envia e a que se recebe, as ferramentas e os meios que se utilizam, a forma como se comunica com os outros dentro e fora da empresa, dependem de indivíduo para indivíduo. A configuração deve ser adequada (informação a menos debilita; informação a mais atrapalha e ocupa tempo desnecessariamente) e flexível, adaptando-se fácil e rapidamente às novas condições a que se está sujeito.